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Red Faction: Armageddon é bom, mas desperdiça boas ideias

Não se deixe levar pelo número de pontos negativos atribuidos a Red Faction: Armageddon nesta análise. O jogo é bem bom. Bem redondo. No velho clichê das revistas “cumpre o que promete, vale a compra e recomendo”. Eu decidi não falar de gráficos, som… Hoje, torna-se repetitivo. Os jogos que não têm imagem aceitável ou qualidade sonora responsável, não merecem nem ser considerados jogos de verdade na atual velha geração.

A parada da THQ foi testada no Xbox 360 e eu falo mais das pequenas falhas, já que não há uma disparidade imensa. Nem cheguei perto do multiplayer. Não sei como funciona, nem o botão que aperta para entrar lá. E se você é dos que estão aí para a data de lançamento, ele saiu lá fora dia 7 de junho, uma data, digamos, especial.

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Análise: Dragon Quest IV: Chapters of Chosen (NDS)

Dragon Quest foi um dos primeiros RPGs a pintar nos consoles, se não o primeiro. Sua fórmula fez muito sucesso, principalmente no Japão. Em 1990, Dragon Quest IV iniciou uma nova trilogia na série. O remake do jogo, aqui analisado, foi lançado em 2008 nos EUA, para Nintendo DS, introduzindo as aventuras de duas décadas ao mundo “biecrã”.

Não vou falar dos aspectos técnicos do jogo. Em suas primeiras versões, lançadas para NES, as mudanças técnicas nunca foram gritantes, assim como nas mais recentes, lançadas para DS, nas quais, se você já jogou as versões de PS1, não verá nada muito novo. Quero comentar o que fez com que Dragon Quest IV desse um novo atrativo à série e expusesse uma nova forma de jogar RPG: a história.

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Análise: Plants vs Zombies – PC

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A desenvolvedora independente PopCap sempre foi conhecida por produzir games casuais daqueles bem viciantes como o famoso Peggle e o diferente Zuma. Plants Vs Zombies não foge à essa regra e desde que foi lançado para PC, em março, vem fazendo tanto sucesso que versões para XBLA e IPhone já estão em produção. Nada disso é em vão. Arrisco dizer que o game é a obra prima da empresa, mesmo sendo Peggle o que é.

Com um atraente estilo gráfico em 2D, o jogo é todo baseado no estilo tower defence, no qual o objetivo é apenas defender a sua “base” do ataque inimigo. Sua base, na verdade, é sua casa e os inimigos são zumbis com fome de cérebro que farão qualquer tipo de coisa para chegar à sua porta. Os recursos disponíveis para se defender são as belas plantas do jardim que, assim como os zumbis, podem ser de vários tipos diferentes.

É preciso distribuir as plantas nas cinco linhas horizontais que compõe o jardim, que começa vazio. Em cada partida é possível usar apenas um determinado número de plantas e cada uma necessita de uma certa quantia de luz solar para ser plantada. Essa luz é adquirida plantando pequenosGirassóis ou Cogumelos, por exemplo, portanto saber quais plantas defensivas e ofensivas usar em cada partida, para montar uma boa estratégia, é essencial.

Existem plantas que atiram sementes, outras que congelam os zumbis e até algumas que explodem, assim como existem zumbis nadadores e alguns que arriscam passos do Michael Jackson. A cada fim de partida, você é agraciado com uma nova carta que contém uma nova planta.

Plants Vs Zombies diferencia-se dos demais games do gênero por não ficar preso apenas no mesmo sistema do início ao fim. Algumas vezes, entre uma fase e outra, a forma de jogar muda a fim de não se tornar monótona e repetitiva. Você tem a chance de rolar uma pedra pelo seu jardim fazendo um “boliche” de zumbis, por exemplo.

Uma outra opção além do modo principal são os diversos minigames (alguns são claramente inspirados em outros jogos), liberados conforme se avança no jogo e que aumentam em muitas vezes a durabilidade do título.

A PopCap acertou em cheio em sua primeira tentativa de se aventurar pelas águas do estilo tower defence fazendo um game simples, inteligente, bem humorado e extremamente divertido. Tudo isso aliado às poéticas frases de Crazy Dave, fazem de Plants Vs Zombies um título obrigatório mesmo que para matar aqueles minutos restantes da hora do almoço.

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Análise: Grid – Nintendo DS

O Nintendo DS nuca foi um grande sistema para jogos de corrida. Mario Kart DS, claro, é uma exceção, mas também é um jogo descompromissado. Quando falamos de algo mais próximo de um “simulador” o DS realmente deixa a desejar.

A empresa Codemasters vinha fazendo um bom trabalho com o gênero no portátil: Race Driver: Create & Race deixava que o jogador construisse suas próprias pistas para depois destrinchá-las, tinha bons desafios e mecânica realista o suficiente para ser considerado um simulador portátil.

Esperta que é, a Codemasters pegou tudo que era bom em Race Driver, fez alguns ajustes, adicionou elementos aqui e elí e de tudo isso, em 5 de agosto de 2008, foi lançado Grid, que afirmo desde já “é o melhor ‘simulador’ de corrida do DS até o momento.

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