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A vitória sobre a escuridão

O dito cujo

Fácil depois que se aprende como; mortífero ao viajante inicial – Reprodução

Passaram-se anos até que eu me sentisse, novamente, vitorioso num jogo. Dark Souls foi o responsável. A última vez havia sido na época em que os jogos de ação consistiam em mover-se para frente, atirar e saltar, quando desafio não era difícil de se encontrar; vendia-se em cartucho.

Hoje, jogamos para acompanhar uma história interessante; gastamos dinheiro com a continuação para ver no que vai dar. Às vezes, o sistema não é bom, a atividade não empolga ou “faltou aquele detalhe”, mas, quando a causa do herói é nobre, está tudo ótimo. E está mesmo.

Na minha infância, no conforto do meu quarto e na segurança do meu portão de ferro com pontas de lança, a vida seguia ameaçada. Além de acompanhar o conto enigmático e revelador, era viver ou morrer. Morrer mais de uma vez.

Na condição de apreciar apenas uma fração do que é apresentado para apreciação, me fez falta o desafio. O jogo da escuridão está mais do que longe de ser perfeito, à primeira olhada nota-se, mas me trouxe de volta o sentimento que, pensei, tinha sido deixado no fim da lista de prioridades de quem tem a tarefa de dar movimento a linhas inanimadas.

Me senti vitorioso ao derrotar um dos primeiros “chefes”. A cada retorno ao ponto de descanso, a vontade de conseguir crescia na mesma proporção em que aumentava a dificuldade em atingir o objetivo. A mensagem, em dourado, que confirmou a façanha foi mais que uma medalha. A raiva, vinda da repetição, transformou-se em realização.

Pode ser até que eu não saiba que fim irá levar o guerreiro de armadura (o enferrujado é o criador), mas já valeu. Eu precisava de Dark Souls.

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Red Faction: Armageddon é bom, mas desperdiça boas ideias

Não se deixe levar pelo número de pontos negativos atribuidos a Red Faction: Armageddon nesta análise. O jogo é bem bom. Bem redondo. No velho clichê das revistas “cumpre o que promete, vale a compra e recomendo”. Eu decidi não falar de gráficos, som… Hoje, torna-se repetitivo. Os jogos que não têm imagem aceitável ou qualidade sonora responsável, não merecem nem ser considerados jogos de verdade na atual velha geração.

A parada da THQ foi testada no Xbox 360 e eu falo mais das pequenas falhas, já que não há uma disparidade imensa. Nem cheguei perto do multiplayer. Não sei como funciona, nem o botão que aperta para entrar lá. E se você é dos que estão aí para a data de lançamento, ele saiu lá fora dia 7 de junho, uma data, digamos, especial.

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Não pense que vai ficar fortinho com UFC Personal Trainer

Você gosta de MMA? Eu gosto. Quando surgiram os primeiros vídeos de UFC Personal Trainer eu pensei “legal, quem tem um Kinect vai poder dar soco no ar e tomar bate-com-banana depois, achando que tá ficando forte.” Na verdade, gostei da ideia, mas um Kinect é algo que não posso pagar. Também existe versão para PS3 e Wii, mas não tem cara de ser legal segurar o bastão o tempo inteiro.

No entanto, recentemente, tive a chance de dar uma provadinha no game. E foi no Kinect mesmo. Um amigo cedeu o brinquedo, contanto que colocasse de volta no lugar sem quebrar. Devo dizer, se você é um gordo nerd que só fica no sofá o dia inteiro, passe bem longe, não é para você. Mas isso também não quer dizer que você vai ficar fisicamente melhor, gafanhoto.

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