Arquivo da categoria: Análises

Red Faction: Armageddon é bom, mas desperdiça boas ideias

Não se deixe levar pelo número de pontos negativos atribuidos a Red Faction: Armageddon nesta análise. O jogo é bem bom. Bem redondo. No velho clichê das revistas “cumpre o que promete, vale a compra e recomendo”. Eu decidi não falar de gráficos, som… Hoje, torna-se repetitivo. Os jogos que não têm imagem aceitável ou qualidade sonora responsável, não merecem nem ser considerados jogos de verdade na atual velha geração.

A parada da THQ foi testada no Xbox 360 e eu falo mais das pequenas falhas, já que não há uma disparidade imensa. Nem cheguei perto do multiplayer. Não sei como funciona, nem o botão que aperta para entrar lá. E se você é dos que estão aí para a data de lançamento, ele saiu lá fora dia 7 de junho, uma data, digamos, especial.

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Não pense que vai ficar fortinho com UFC Personal Trainer

Você gosta de MMA? Eu gosto. Quando surgiram os primeiros vídeos de UFC Personal Trainer eu pensei “legal, quem tem um Kinect vai poder dar soco no ar e tomar bate-com-banana depois, achando que tá ficando forte.” Na verdade, gostei da ideia, mas um Kinect é algo que não posso pagar. Também existe versão para PS3 e Wii, mas não tem cara de ser legal segurar o bastão o tempo inteiro.

No entanto, recentemente, tive a chance de dar uma provadinha no game. E foi no Kinect mesmo. Um amigo cedeu o brinquedo, contanto que colocasse de volta no lugar sem quebrar. Devo dizer, se você é um gordo nerd que só fica no sofá o dia inteiro, passe bem longe, não é para você. Mas isso também não quer dizer que você vai ficar fisicamente melhor, gafanhoto.

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Análise: VVVVVV – PC

1080p, Full HD, High Definition. Hoje o mundo dos videogames gira em torno desses termos. O jogo que chama a atenção é aquele com os melhores gráficos e resoluções. Até alguns jogos independentes estão entrando nessa. Mas uma pequena parcela dos apreciadores de videogames tem andado na contra-mão: Mega man 9 e 10 e o mais recente Sonic 4 provam que o estilo retrô ainda tem espaço nos dias de hoje.

No entanto, poucos são os jogos que com apenas alguns pixels e meia dúzia de cores conseguem ser bonitos e criativos. VVVVVV é tão simplista com seu visual que, a primeira olhada, parece que não tem muito o que oferecer ao jogador, mas após poucos minutos, é possível perceber a complexidade empregada em cada canto.

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Análise: Machinarium – PC

Responda rápido: há quanto tempo você não joga um bom adventure de apontar-e-clicar? O gênero, que teve seu auge nas décadas de 1980 e 1990 com jogos como Monkey Island, enfraqueceu muito nos últimos anos. Muita gente chegou a dizer, inclusive, que era um estilo morto. Machinarium apareceu para provar exatamente o contrário. Lançado em outubro pela desenvolvedora Amanita Design, da República Tcheca, o jogo mostra que ainda é possível ser original em um adventure, além de dar um novo gás ao gênero.

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Análise: Max & The Magic Marker – PC e Wii

Crayon Physics Deluxe, jogo lançado em 2008, tem uma mecânica peculiar: você desenha algo na tela que te ajuda a chegar ao seu objetivo, e tem também uma física muito bem trabalhada. A empresa Press Play gostou dessa ideia e decidiu inserí-la num jogo de plataforma com visual bem colorido, dando mais possibilidades de criação e voila: fizeram Max & The Magic Marker.

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Análise: Dragon Quest IV: Chapters of Chosen (NDS)

Dragon Quest foi um dos primeiros RPGs a pintar nos consoles, se não o primeiro. Sua fórmula fez muito sucesso, principalmente no Japão. Em 1990, Dragon Quest IV iniciou uma nova trilogia na série. O remake do jogo, aqui analisado, foi lançado em 2008 nos EUA, para Nintendo DS, introduzindo as aventuras de duas décadas ao mundo “biecrã”.

Não vou falar dos aspectos técnicos do jogo. Em suas primeiras versões, lançadas para NES, as mudanças técnicas nunca foram gritantes, assim como nas mais recentes, lançadas para DS, nas quais, se você já jogou as versões de PS1, não verá nada muito novo. Quero comentar o que fez com que Dragon Quest IV desse um novo atrativo à série e expusesse uma nova forma de jogar RPG: a história.

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Análise: Scribblenauts – Nintendo DS

scribblenauts_au_boxartA possibilidade de colocar um chupa-cabras e um dragão para lutar ou ver o que acontece quando um astronauta encontra-se com uma nave espacial é quase mágica, ainda mais quando você faz isso tendo o simples trabalho de escrever as palavras certas.

Scribblenauts já fazia a cabeça de muita gente por aí muito tempo antes do lançamento, principalmente depois de ser anunciado na E3 desse ano e ser considerado o melhor game da feira.

Lançado em 15 de setembro, o jogo, desenvolvido pela 5th Cell e publicado pela Warner Bros. Interactive, apesar de cumprir o que promete, mostra que nem tudo são flores com suas diversas falhas.

O jogo é incrível mesmo, isso é incontestável. Dificilmente você escreverá algo que não existe na database, seja em português ou não. E, como exemplifiquei no primeiro parágrafo, a interação entre uma coisa e outra é um dos pontos altos do jogo.

São muitos desafios divididos em quebra-cabeças, onde deve-se solucionar alguns problemas com objetos, e desafios de ação, onde é preciso usar o que for possível para conseguir alcançar uma Estarite (estrela do jogo), localizada em algum ponto do cenário.

Para cada desafio existe um certo limite de itens para usar, portanto, encher o cenário de objetos não vai te ajudar a ganhar pontos. Quanto mais objetos, menos pontos serão recebidos no final, simples assim.

Apesar de tantas opções de desafios, brincar na tela de título é o mais interessante. Nela é possível escrever qualquer coisa e ver o que acontece só por diversão e (se escrever a palavra certa) liberar novos cenários.

Os problemas começam com com a trilha sonora repetida exaustivamente e se agravam na movimentação de Maxwell, o personagem principal. Ele não responde da maneira que deveria responder aos comandos e muitas vezes acaba atrapalhando seus planos de solução em alguns puzzles.

Com alguns minutos de jogo fica evidente que a 5th Cell passou muito mais tempo adicionando palavras e desenhando objetos e personagens para as mesmas do que programando a jogabilidade, que ficou muito comprometida.

Você terá diversão e dará boas risadas ao escrever algumas palavras, mas Scribblenauts está longe de ser o game dos sonhos que aparentava ser antes do lançamento.

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