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Posts com Tag ‘Zelda’

Eu já falei aqui que a E3 2010 será a grande chance de a indústria inovar para continuar a chamar a atenção do consumidor e também disse que se as tecnologias apresentadas forem usadas da maneira correta, em alguns anos podemos ter uma visão bem diferente dos videogames. Mas não disse nada sobre jogos ou consoles específicos até agora.

Pelo menos uma trinca de títulos me chamou muito a atenção nos últimos tempos. Só para aumentar o hype encima deles, vou falar um pouco de cada um.

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O Adney Luis, detentor do blog Gameretrô e um dos participantes do lendário Retrocast, publicou, na semana passada, um texto contando todos os pecados cometidos em sua vida de gamer. Veja e ameace-o como todos.

Gostei da ideia e resolvi replicá-la aqui. A seguir, confesso algumas das coisas que me envergonham como jogador, todos os buracos da minha estrada dos games que não foram devidamente pavimentados (ainda).

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Já estamos na última hora do Natal. Não teve post desejando boas festas, lamento, mas e aí, ganharam muitos presentes? Comeram bastante panetone? Espero que tenha sido um bom feriado de celebrações para todos.

Aproveito para deixar um vídeo dos mais estranhos que já ví no YouTube. Assista e veja o que o Link ganhou da rapaziada dos games.


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Algumas imagens meio realistas de personagens de videogames andaram assustando jogadores há não muito tempo atrás, mas desta vez a coisa é mais light.

O artista Jimi Benedict, mais conhecido como Jimiyo, criou imagens de Mario e de Link em formato 8 bit, mas que são preenchidas com texturas mais realistas dos personagens e são, ainda, acompanhadas por um fundo com arte clássica. O resultado ficou, no mínimo, diferente.

Jimiyo fez também uma versão do presidente americano, Barack Obama, em estilo 8 bit.

Outras ilustrações do artista, que já trabalhou até para a NASCAR, podem ser vistas no seu site oficial.

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Tá certo, isto não é uma primeira fase propriamente dita, mas é a parte inicial de Twilight Princess, o último game da série à aparecer nos consoles “de mesa”, ao invés de portáteis, Game Cube e Wii (as duas versões praticamente idênticas a não ser pelos controles e pelo “flip” da imagem), em novembro de 2006. Cabe aqui.

Quando a história de Twilight Princess tem início, a única preocupação de Link é levar um presente de seu vilarejo até o Castelo de Hyrule. Para isso ele precisa de alguns equipamentos e um certo treinamento para possíveis contratempos que possam aparecer pelo caminho. É aí que você entra na pele do rapaz – que ainda não tem seu traje de herói – e sai em busca de aventuras.

Ordona Province

zeldaordona

O lugar, que é nomeado assim devido ao espírito da luz que o protege, Ordona, é dividido em três partes, Ordon Village, onde existem as residências, incuindo a de Link, Ordon Ranch, onde Link tem o trabalho de por ordem em tudo e guiar os caprinos para onde eles devem ir, e Ordon Spring, que conta com um pequeno lago. Aqui você encontrará personagens chave de toda a trama e alguns outros que o ajudarão ou não durante a jornada, incluindo o curioso chefe do vilarejo, Bo, e Rusl, o grande espadachim.

A Provícia de Ordona é muito bem estruturada. A vila é bem grande, as casas são grandes, há lojas e tudo o que pode haver. A casa de Link é um lugar á parte. Tem dois níveis, sendo um o porão, tem estante para livros, mesa para ler e ainda uma bela vista da janela. Não é mais aquelas casinhas minúsculas onde ele costumava viver.

Dá para passar algumas boas horas passeando pela província, até porque coisas para fazer não faltam. Além de cuidar das cabras, será preciso pescar, espantar intrusos, tirar as crianças das roubadas que se metem e também treinar com a Epona, que você encontra logo no começo.

Enquanto faz todas as suas obrigações, pode ouvir as maravilhosas musicas compostas pelos mestres Koji Kondo (que além de Zelda compõe trilhas para a série Mario e Smash Bros.), Asuka Ohta e Toru Minegishi. Como sempre, uma para cada área ou situação.

Depois dos momentos de relativa calmaria em Ordona Province, é que a coisa começa a esquentar e você precisa sair para outras áreas, mas isso já não é assunto para este post.

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zelda_statue_big_enSer membro do Club Nintendo  deve mesmo ser uma coisa sensacional! Onde mais você poderia comprar uma estatueta dourada do Link, versão Twilight Princess, montado na Epona como essa aí do lado, que ilustra esse post?

Esse brinquedinho, que é o sonho de consumo dos fãs do hyruliano orelhudo, só está disponível na loja da versão européia do clube ao singelo preço de 15000 pontos.

Se você está na Europa agora ou tem parentes bondosos por lá, sorte sua. Pra quem não tem, só resta dar uma olhada no catálogo mágico e ficar babando.

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Este post era pra sair ontem de manhã, mas não deu por uma série de motivos. Era para ser “Games rápidos para jogar no feriadão”, mas tudo bem.

Selecionei os que, na minha opinião, são “espertamente” rápidos. E veja bem, só por que um game está em primeiro não quer dizer que ele é o mais curto.

21288635_415. Contra 4 – Nintendo DS
Temos que adimitir que este é um jogo difícil e que, por tanto, você vai jogar cada uma das dez fases do jogo um bom número de vezes. Mas nada que um pouco de persistência não dê jeito. Contra 3 também era um game insano, mas depois de praticar um pouco, dava para terminar em menos de 1 hora. Em Contra 4 você vai levar um tempo a mais, talvez chorar de raiva ou, na pior das hipóteses, tacar o DS no chão. Mas eu garanto que até o fim do domingão (o dia, não o do Faustão) você terá terminado e estará descansando em um hospital psiquiátrico.

cod14. Call of Duty – PC
Uma das reclamações de algumas pessoas que jogaram Call of Duty é de que ele acaba rápido demais. Eu não chei isso um problema, achei que ficou no ponto certo. Praticamente todas as fases tem muita ação e a dificuldade é mediana. A única coisa que não gostei é que acabou na hora que parecia que a coisa ia esquentar de verdade. Talves o melhor jogo sobre a segunda guerra que eu tenha posto as mãos – isso porque ainda não joguei o quarto da série que dizem ser melhor e mais rápido também.

tony313. Tony Hawk’s Pro skate 3 – PS1
O 3, joguei primeiro no PS1. A versão mutilada. Extremamente fácil. Esse é o ponto ruim. Quer um esquema para a primeira fase, Foundry? Anote aí: Cannoball sobre o Half-Pipe, grind na alavanca, grind de um Quarter pro outro, pegando todas as letras pelo caminho, volte pegando a fita secreta, o shape e fazendo Wallride nas manivelas. Pronto fez quase tudo só nos dois primeiros minutos. Só ficou faltando os stat points mas isso não é necessário. Não disse que é ridiculamente fácil?

zelda12. The Legend of Zelda – NES
Eu iria colocar o Super Mario Bros. aqui denovo. Decidi não fazer isso porque já se falou muito sobre o game aqui esses dias. Então vai o primeiro Zelda mesmo, também para o nintendinho velho de guerra. Se você for jogar pela primeira vez, assim como em Contra 4, vai passar raiva. Não porque é difícil, mas porque tudo parece igual, em quase todo lugar. Mas depois, quando você já manjar os caminhos que tem que seguir, não vai gastar mais que uns 30 minutos passando a faca em bichinhos esquisitos.

re511. Resident Evil 5 – X360
Se você for bom na arte de acertar tiros na cabeça de zumbis, você consegue amontoar um bom número de corpos fétidos em meia duzia de horas – ou até na metade disso. Acho que é por isso que o Chris Redfield tem aquela cara sem expressão. Não dá nem pra sentir um friozinho na barriga.

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mangazeldaEu não sou nem um pouco fã de mangás. Nunca fui. Já li algumas edições do Dragon Ball e dos Cavaleiros, nada mais que duas ou três. Mas hoje descobri um mangá, lançado recentemente no Japão, baseado em Zelda Phantom Hourglass – já analisado aqui – que parece até ser legal.

Nem imaginava que isso existia,tamanho o meu conhecimento do assunto, mas pelo que li, há vários outros mangás da série Zelda, incluindo um do Oracle of Seasons que eu adoraria dar uma olhada.

E para a felicidade de muitos e muitos fãs do rapazinho de roupa verde que não sabem falar japonês, os poucos que sabem se mostram pessoas generosas, escaneando e traduzindo tudo e depois disponibilizando na internet para qualquer um ler e entender. Neste link você pode ler a primeira edição do mangá da ampulheta fantasma, totalmente em inglês e sem a necesidade de baixar. Aproveite.

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Esse fim de semana, passei lá no Hadouken e ví um post do grande Claudio Prandoni que continha um vídeo com uma possível homenagem a Star Fox em Ocarina of Time. Então parti para procurar mais alguns “easters eggs” presentes em games da série Zelda. O que achei foram algumas referências – que você pode ver nos vídeos acima e abaixo, após o salto – ao clássico dos clássicos, Mario. Nem preciso mencionar – mas menciono mesmo assim – que as duas séries saíram da cabeça do mesmo gênio que atende pela alcunha de Shigeru Miyamoto.

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É Zelda. É pra DS. Só isso basta. Foi anunciado ontem na Game Developers Conference por Satoru Iwata, Presidente da Nintendo. Minutos depois já pipocavam comentários em sites, blogs e fóruns falando que a Nintendo estava sem criatividade e vão lançar um game praticamente idêntico ao Phanton Hourglass. Discordo. Não é porque eu sou fã de Zelda, não. Se eu achasse que a Nintendo está sem criatividade, eu diria.

Na conferência o que vimos foi apenas este teaser trailer de pouco mais de 1 minuto. Deu pra ver que os gráficos continuam os mesmos do game anterior, o que já era algo esperado, mudar o estilo gráfico que caiu tão bem no portátil seria bem arriscado. Assim como em PH, Link tem um meio de transporte, agora um “trem” e que atira as mesmas bolas de canhão que o navio de Linebeck. Tudo bem, isso poderia ser diferente.

Mas ainda não quer dizer nada. Não sabemos patavinas sobre o game.

Estilo gráfico nunca foi um empecilho para os jogos da série Zelda. Oracle of Seasons e Oracle of Ages eram praticamente idênticos “esteticamente” falando, mas jogando percebia-se o quanto eram diferentes de verdade. Os dois jogos sensacionais. O mesmo com Ocarina of Time e o injustiçado Majoras Mask.

Sem contar que em Spirit Tracks, ao que parece, haverá a presença da Princesa Zelda, em Cel Shading puro, e não mais da Tetra, além de Link poder controlar “Phantons” para que deem uma mãozinha.

Não vamos tirar coclusões precipitadas e fazer vudu do senhor Miyamoto. Particularmente, estou excitado com a notícia, mas também conheço a Nintendo e sei o quanto esse jogo vai demorar pra sair. Espero estar enganado.

Aliás, cadê um novo Zelda para Wii?

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