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Posts com Tag ‘Mortal Kombat’

A família brasileira esteve carente nos últimos dois meses. Seu programa de domingos e feriados favorito ficou ausente. Mas podem voltar a sorrir, baianos e mineiros, porque o First Stage está no ar mais uma vez!

E voltamos para comentar o que andou acontecendo na última semana e nas que a precederam também. Teve uma pá de barato louco. O mais interessante foi o lançamento do Nintendo 3DS no Japão. Vendeu tudo. E já tem gente muito feliz jogando jogo que ainda nem comprou.

Denúncias, escândalos e apologia à violência doméstica você vê logo menos, após o salto dimensional.

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“It’s a me, Mario!”
Sou eu, Mario!
_Mario Mario

“Snake? Snake?! Snaaaaake!!”
_Colonel Campbell

“Finish Him!”
Acabe com ele!
_Locutor do Mortal Kombat

“Sorry, I’m dead”
Desculpe, estou morto.
_Segundo mestre do Monster Party

“Damn, I’m Good!”
Cara, eu sou bom nisso!
_Duke Nukem

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umkcoverOs portáteis nunca foram a praia de Liu Kang e companhia. Podemos lembrar versões mequetrefes como os quatro primeiros jogos para o Game Boy e Game Boy Color, desastres como Mortal Kombat AdvanceMK Unchained, uma versão de MK Deception para PSP. Mesmo com tudo indicando que a plataforma portátil não é o lugar ideal para tanto sangue e mortes horríveis, a Midway arriscou, lançando para DS um port de Ultimate Mortal Kombat, que fez estardalhaço no SNES e desta vez ela acertou o chute.

O game, que foi lançado em 12 de novembro de 2007, nos faz lembrar como um bom MK era feito antigamente. Dois personagens na tela, sem armas, uma lista razoável de golpes e lutas rápidas. Muito simples e muito divertido. As lutas acontecem inteiramente na tela inferior do DS e são controladas apenas com os botões, na tela superior é exibida a lista de golpes e “finais”, o que facilita a nossa vida.

Mas apesar de ser um port, o game sofreu algumas modificações consideráveis. Uma das mais lamentáveis foi a completa exclusão dos brutalities que, em minha opinião, eram o ponto alto do game no SNES. Aqui eles foram substituídos pelos animalities, que eram utilizados em MK3. Além disso, personagens antes comuns, como Milena e o Sub-Zero clássico, agora só se tornam acessíveis depois de destravados.

Para compensar as perdas há um modo adicional, o Puzzle Kombat, que pelo nome já dá para perceber que se trata de algo totalmente a parte. Nele você joga uma espécie de Tetris com blocos duplos coloridos onde é necessário juntar vários de mesma cor junto a um símbolo de MK para marcar pontos e assim fazer com que o seu personagem, que tem um visual infantilizado e é exibido na tela superior, ataque o adversário. É um modo interessante no começo, mas logo se torna monótono e cansa depois de poucas “lutas”.

Alguns extras também foram adicionados ao game. Agora é possível assistir aos finais dos personagens no menu “opitions”, ver o perfil de cada um deles e etc.

As limitações de hardware do DS fizeram com que os gráficos sofressem uma pequena compactada, mas nada que atrapalhe. As lutas continuam rápidas e fluídas como antes e tudo é bem nítido na tela. A qualidade sonora continua a mesma de 1996. Também é possível uma jogatina online via Wi-Fi, mas não cheguei a testar.

Trocando em miúdos, Ultimate Mortal Kombat é um excelente game de luta para o DS e o melhor da franquia em portáteis. Apesar de o modo Puzzle ser totalmente dispensável, querendo ou não, é um bônus. Fãs antigos da franquia se sentirão em casa.

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Quando Mortal Kombat Vs DC Universe foi anunciado eu achei que finalmente veria um Mortal Kombat legal em muito tempo. E o jogo não me decepcionou a não ser por uma coisa: a falta de sangue. Onde já se viu fatalities tão porcos? Mortal Kombat é um jogo de mortes horríveis, ora pois! Eu queria ver a cabeça do Superman voando só pra ver se ele é feito de aço maciço ou se é oco!

Mas enfim, sem dúvidas que os melhores fatalities da série se encontram nos primeiros 4 jogos, MK1, MK2, MK3 e Ultimate MK3 (o 4 é outra vergonha) e, na minha opinião, são eles:

5. Sub-Zero em MK1
Quem jogou o primeiro game no SNES não teve o prazer de assistir ao ninja gelado arrancar a cabeça e de bandeja a coluna vertebral do inimigo com uma mão só. Apenas os jogadores de Arcade (e se não me engano, de Mega Drive) puderam ver o que na época era algo impressionante.

4. Kung Lao em MK2
Kung Lao deve ter um pescoço forte porque o seu chapéu deve pesar consideravelmente. No melhor fatality dele em um MK ele simplesmente passa de forma suave o chapéu bem afiado verticalmente no inimigo que se divide em dois “monopernas”.

3. Ermac em UMK3
Curto e grosso, ele usa seu poder de mover as coisas com o pensamento e faz o inimigo bater no chão até não sobrar nada. Simples.

2. Johnny Cage em MK2
Veja como Johnny boy é um rapaz sagaz: ele segura o seu oponente pela cintura, faz uma mínima força para cima e quebra o coitado em dois sem se quer deixar que os pés dele saiam do chão. E depois cruza os braços e posa para as fotos, óbvio, é um astro!

1. Cyrax em UMK3
O Cyrax tinha um fatality bem fuleirinho no qual ele se autodestruia e por consequência transformava o inimigo em pedaços, mas em compensação tinha outro em que transformava sua “cabeleira” em hélices que dilaceravam o oponente. Isso é brutalidade.

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Garimpando vídeos de game music no YouTube encontrei um que tinha visto uma vez em 2005 e não tinha encontrado mais em lugar nenhum. Trata-se do coral Redefined performando um medley de grandes clássicos da nintendo que vai de Mario à Zelda.

O maior motivo para assistir ao vídeo não é nem a técnica vocal dos integrantes do coral (não que não seja boa, é ótima) e sim as engraçadíssimas interpretações dos personagens em ação.

Entering the Castle – Super Mario Bros Theme – Dr. Mario – Hammer Bros. – Battle – Getting a Star – GameBoy Tetris Theme – Mortal Kombat Theme – Underground Theme – Legend of Zelda Overworld – Game Over Super Mario Bros.

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