Quem esbarra neste blog vez ou outra já deve ter percebido que os jogos independentes sempre tem espaço garantido. Particularmente, aprecio muito. Maior prova é a Indie Gamer, revista para a qual não canso de fazer propaganda aqui, seja replicando um texto ou apenas num link. Visibilidade é o negócio.
Por conta da revista, já conheci programadores e gente que se empenha para melhorar o cenário de desenvolvimento no país, pelo menos um pouco. Numa dessas, troquei uns papos com o Guilherme Bischoff, que é formado em Game Design. Ele me apresentou o seu projeto em parceria com Vinicius Armelin, chamado Indie Jogos. Trata-se de uma comunidade para pessoas que criam games. A ideia é colocar todo mundo no mesmo lugar para discutir, trocar ideias e aprender mais.
Achei um negócio bem bacana. Os desenvolvedores nacionais são bem empenhados, mas trocar experiências é sempre ótimo. E como vivemos num país continental, as pessoas ficam dispersas e acabam trocando ideias sempre com os mesmo grupinhos nos mesmos fóruns. Aqui é todo mundo junto e misturado. Nada do estereótipo do nerd solitário debruçado sobre uma tela cheia de códigos. O projeto ainda engatinha, mas pode crescer bastante.
Mas o meu negócio é jogar, aproveitar. Fico no aguardo de um jogo interessante que tenha surgido a partir daí.



