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Posts com Tag ‘Jogos independentes’

Quem esbarra neste blog vez ou outra já deve ter percebido que os jogos independentes sempre tem espaço garantido. Particularmente, aprecio muito. Maior prova é a Indie Gamer, revista para a qual não canso de fazer propaganda aqui, seja replicando um texto ou apenas num link. Visibilidade é o negócio.

Por conta da revista, já conheci programadores e gente que se empenha para melhorar o cenário de desenvolvimento no país, pelo menos um pouco. Numa dessas, troquei uns papos com o Guilherme Bischoff, que é formado em Game Design. Ele me apresentou o seu projeto em parceria com Vinicius Armelin, chamado Indie Jogos. Trata-se de uma comunidade para pessoas que criam games. A ideia é colocar todo mundo no mesmo lugar para discutir, trocar ideias e aprender mais.

Achei um negócio bem bacana. Os desenvolvedores nacionais são bem empenhados, mas trocar experiências é sempre ótimo. E como vivemos num país continental, as pessoas ficam dispersas e acabam trocando ideias sempre com os mesmo grupinhos nos mesmos fóruns. Aqui é todo mundo junto e misturado. Nada do estereótipo do nerd solitário debruçado sobre uma tela cheia de códigos. O projeto ainda engatinha, mas pode crescer bastante.

Mas o meu negócio é jogar, aproveitar. Fico no aguardo de um jogo interessante que tenha surgido a partir daí.

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1080p, Full HD, High Definition. Hoje o mundo dos videogames gira em torno desses termos. O jogo que chama a atenção é aquele com os melhores gráficos e resoluções. Até alguns jogos independentes estão entrando nessa. Mas uma pequena parcela dos apreciadores de videogames tem andado na contra-mão: Mega man 9 e 10 e o mais recente Sonic 4 provam que o estilo retrô ainda tem espaço nos dias de hoje.

No entanto, poucos são os jogos que com apenas alguns pixels e meia dúzia de cores conseguem ser bonitos e criativos. VVVVVV é tão simplista com seu visual que, a primeira olhada, parece que não tem muito o que oferecer ao jogador, mas após poucos minutos, é possível perceber a complexidade empregada em cada canto.

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Responda rápido: há quanto tempo você não joga um bom adventure de apontar-e-clicar? O gênero, que teve seu auge nas décadas de 1980 e 1990 com jogos como Monkey Island, enfraqueceu muito nos últimos anos. Muita gente chegou a dizer, inclusive, que era um estilo morto. Machinarium apareceu para provar exatamente o contrário. Lançado em outubro pela desenvolvedora Amanita Design, da República Tcheca, o jogo mostra que ainda é possível ser original em um adventure, além de dar um novo gás ao gênero.

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São poucos os desenvolvedores independentes que se destacam, considerando o mar de gente que se aventura nesse meio. Encontrar um deles que tenha resistido quase três décadas trabalhando apenas a seu modo é mais difícil ainda.

Jeff Minter é um cara das antigas. Desenvolveu para o velho Atari e para a lenda Commodore. Independente desde sempre, começou seus primeiros projetos em 1981. Britânico, tranquilo, gosta da Natureza e dos animais, principalmente dos ruminantes. A maior prova é o nome de sua companhia, a Llamasoft, que existe desde 1982, além de seus pequenos bichinhos de estimação.

Durante os últimos 29 anos, Yak, como é conhecido, desenvolveu dezenas de divertidos jogos. Apenas com a Llamasoft a contagem passa dos 30.

Durante uma pausa dos trabalhos em seu desorganizado escritório e das festas de fim de ano, ele nos concedeu uma entrevista onde revela o modo que gosta de trabalhar, de onde vêm suas ideias e, claro, o porquê da paixão pelos adoráveis ruminantes.

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