A nova geração já não é mais nova há muito tempo. O primeiro console saiu lá em 2005, o X360. Em outros tempos, seria considerado avô. Não que a gente já precise de uma nova geração. Por enquanto, está tudo bem.
Mas a Nintendo anda apressada. O 3DS já tem data de lançamento marcada. No ano que vem, logo no início. Muito se fala sobre o console por aí, mas não vejo ninguém (ou sou eu que estou lendo as coisas erradas) o considerando como um legítimo videogame da próxima geração. O primeiro. Pois eu digo que ele é. E quando ele for lançado, a próxima geração também não será mais próxima, será a nova “nova”.
Se você pensa o contrário e o considera uma atualização parruda do atual DS, veja bem.
O 3DS reúne todas as tecnologias disponíveis para jogos e mais um pouco. Tem 3D, tem câmeras, tem redes online, tem realidade aumentada, é sensível a movimentos, “conversa” com outros consoles sem você nem notar e ainda por cima é portátil.
O mundo está de olho nisso. Você viu na E3. Houve um embate de tecnologias tomando o lugar das tradicionais batalhas de franquias.
Tem gente que diz que os próximos consoles “domésticos” apenas chegarão lá para 2015 (apesar de eu achar a data de 2012 mais condizente – sem piadas sobre o fim do mundo). De 2011, quando o 3DS chega ao Japão, para 2015, já é quase um tempo de vida para um console. Se isso acontecesse, e se a Nintendo fosse rapidinha que nem coelho, o 3DS não apenas seria o primeiro como também o único console da próxima geração. Mas isso é utopia. Eu que gosto de sensacionalizar.
Mas de uma coisa eu tenho certeza. Com o 3DS fazendo tudo o que faz, os próximos consoles precisarão inovar. Fazer o que um portátil já fazia muito tempo antes será, no mínimo, sem graça.
Read Full Post »