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Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 22.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 8 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

E pela quarta vez seguida você não percebeu, mas ontem o First Stage completou mais um ano. São quatro, se minha soma estiver certa. Vou ver se dá para tirar férias desse negócio de aniversário ano que vem.

Foram incríveis 17 postagens no blog neste último ano. Isso contando o post sobre o cumpleaños da trinca. Um recorde. Você deve ter percebido que não entra mais essas paradas de notícia por aqui. Só vale a pena passar pelo sufoco do WordPress se você tiver alguma coisa legal para mostrar. Tome isso como lição de vida.

No ano passado, prometi que mudaria o layout. Obviamente, não cumpri. Neste ano, o que prometo não fazer é colocar mais análises. Tenho jogado um pouco mais de Tre Box nos últimos tempos e acho que dá pra soltar a letra um pouco.

Vamos seguindo rumo aos cinco anos infernizando a vida da família de bem do Brasil.

Não se deixe levar pelo número de pontos negativos atribuidos a Red Faction: Armageddon nesta análise. O jogo é bem bom. Bem redondo. No velho clichê das revistas “cumpre o que promete, vale a compra e recomendo”. Eu decidi não falar de gráficos, som… Hoje, torna-se repetitivo. Os jogos que não têm imagem aceitável ou qualidade sonora responsável, não merecem nem ser considerados jogos de verdade na atual velha geração.

A parada da THQ foi testada no Xbox 360 e eu falo mais das pequenas falhas, já que não há uma disparidade imensa. Nem cheguei perto do multiplayer. Não sei como funciona, nem o botão que aperta para entrar lá. E se você é dos que estão aí para a data de lançamento, ele saiu lá fora dia 7 de junho, uma data, digamos, especial.

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Deveria ser tradição, mas infelizmente não é. A última vez que trouxe um punhado de trailers da Tokyo Game Show aqui foi em 2008. Você viu? Se não viu, veja, e conte quais dali conseguiu jogar. Este ano teve coisa boa também. Teve até o jogo dos Cavaleiros. É só clicar no play.

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Você gosta de MMA? Eu gosto. Quando surgiram os primeiros vídeos de UFC Personal Trainer eu pensei “legal, quem tem um Kinect vai poder dar soco no ar e tomar bate-com-banana depois, achando que tá ficando forte.” Na verdade, gostei da ideia, mas um Kinect é algo que não posso pagar. Também existe versão para PS3 e Wii, mas não tem cara de ser legal segurar o bastão o tempo inteiro.

No entanto, recentemente, tive a chance de dar uma provadinha no game. E foi no Kinect mesmo. Um amigo cedeu o brinquedo, contanto que colocasse de volta no lugar sem quebrar. Devo dizer, se você é um gordo nerd que só fica no sofá o dia inteiro, passe bem longe, não é para você. Mas isso também não quer dizer que você vai ficar fisicamente melhor, gafanhoto.

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Se eu disser o título que andei jogando nos últimos dias, você não entra mais neste blog. Mesmo assim vou dizer. Brinquei um pouco (só um pouco) com o Fantastic Pets, que os produtores fazem questão de frizar ser o “primeiro título em realidade aumentada para Kinect”. O uso da tecnologia chamou a atenção de uma rede de TV, que veio aqui no trampo para fazer umas filmagens.

Ainda não virei artista de cinema, mas apareci lá por míseros dois segundos, a partir dos 1min50seg, estourando bolhas e fazendo carinho num cachorro feito de polígonos. O problema não é nem jogar, é deixar que vejam. Então, qual o motivo de expor ainda mais aqui? Bom, como diria o Zé do fliper, o que é um peido para quem já está todo cagado? Pelo menos vira post e atualiza o blog.

“Não exatamente”
_David Rutter, produtor de “FIFA 12″, perguntado se conhecia o Neymar

“A gente tem cara de quem precisa entender de videogames?”
_Booth babe

“De nada”
_Jack Tretton, da Sony, depois de dar o presente da queda da PSN aos jornalistas

“Vou visitar o Brasil este ano”
_Reggie Fils-Aime, presidente da Nintendo of America

Ctrl+C Ctrl+V descarado do UOL Jogos.

Você tem uma ideia, tem a capacidade de desenvolvê-la da forma que imaginou, mas precisa passar por diversos “testes” para torná-la realidade. É mais ou menos o que o documentário Indie Game: The Movie tenta mostrar. O trailer é esse aí de cima.

James Swirsky e Pajot Lisanne, em nome da BlinkWorks Media, são os responsáveis pela produção do filme, que passou um tempo na cola de Phil Fish, desenvolvedor de Fez, Edmund McMillen e Tommy Refenes, de Super Meat Boy, e Jonathan Blow, mente por trás de Braid e que esteve no Brasil no ano passado. O filme exibe o processo de criação dos títulos e discute as dificuldades encontradas por cada um dos desenvolvedores. Ainda não há data para sair, mas caso tenha uma grana sobrando, você pode contribuir com o projeto através deste link.

Você, fã de games que é, acompanhou cada minuto da E3 2011 pelos streamings amigos da vida, na semana passada. Viu jogos impressionantes que já esperava e outros que te surpreenderam. Viu executivos falando sobre como seus produtos são maravilhosos e duvidou da maioria. Entrou no Game Trailers e passou horas vendo os vídeos que saíam a cada minuto ou aquelas partes que travaram na conferência (dica: não use Speedy). Você acompanhou a E3 como se deve, portanto.

Minhas expectativas foram superadas, devo dizer. Mas também digo que não esperava muito, como você pode perceber ao ler o último post deste blog. Comecei querendo ver nem meia dúzia de jogos e finalizei querendo gastar salário de três meses inteiros. Ainda bem que sou controlado. Após o salto dimensional, falo do que mais gostei. Já adianto que sou fã da Nintendo.

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É a mesma coisa todo ano. A gente fica super animado após os primeiros títulos serem anunciados para a E3, como se não soubéssemos meses antes. Fazemos aquelas listas do que gostaríamos de ver e de jogar, se fossemos um dos felizardos a entrar no reduto gamer mais idolatrado do planeta. Ficamos animados esperando por conferências chatas (sempre são, ou vai me dizer que você acha legal um executivo falando durante uma hora?) que anunciarão jogos que apenas vão chegar às lojas meses ou anos depois – e adicione a isso o tempo que você vai demorar para comprar, se comprar.

E, como não pode deixar de ser, os blogs de videogame tem que fazer o seu papel de te deixar ainda mais ansioso pela festa da qual você não pode participar. O First Stage não vai ser o que quebra a regra. Eu sei que não vou jogar 9/10 dos títulos que disser aqui, mas vale a intenção. Abaixo, todos os jogos que eu quero acompanhar na E3 2011, feira que começa no especial dia 7 de junho e vai até o dia 9.

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