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Dos cenários iniciais da série Tony Hawk, Foundry é o mais impensável e bem executado. Seria um tanto difícil um skatista andar numa siderúrgica em plena atividade, sobre grades e passarelas, se não fosse dentro de um videogame, mesmo com a ousadia que esses profissionais tem nos dias atuais.

foundry

Bem equipado, o lugar é um paraíso para quem tem uma certa habilidade com o controle: além de ter objetivos simples, que podem ser completados em, no máximo, duas partidas, é também a preferida de muitos jogadores para fazer pontuações exorbitantes. Corrimãos e rampas estão por todos os lados e as diversas bordas das máquinas de produção ajudam ainda mais.

Como a trilha é licenciada e bem diversificada, é possível escolher qualquer uma das 20 músicas da tracklist, que conta com sucessos de bandas mundialmente famosas, como Red Hot Chili Peppers, Motörhead e Ramones, entre outros.

Felizmente, Tony Hawk’s Pro Skater 3 foi lançado para todos os consoles em atividade nos idos de 2001, incluindo PCs e portáteis. A grande baixa é não poder jogar com o brasileiro Bob Burnquist, já que ele não foi introduzido nesta versão do jogo, apesar de uma das fases se passar no Rio de Janeiro.

O First Stage ficou mais velho e você nem percebeu (não que devesse perceber). Faz exatos 2 anos e 11 dias que o blog apareceu num canto afastado e esquecido do mundo gamer. Só lamento não ter tido bolo, presente e nem bexigão.

Isso não quer dizer que não possa mais haver comemoração. Há planos de expansão para este blog. Se vai demorar, não sei, mas isso não importa agora. Quem viver até 2010, verá algumas mudanças por aqui.

Ainda aceito parabéns atrasado.

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Machinarium, lançado no último dia 16 de outubro, foi muito elogiado pela crítica ao redor do mundo. Chegou a ganhar nota máxima em algumas análises e figura como o game independente de maior destaque atualmente.

Abaixo segue uma pequena relação com a nota e comentários feitos sobre jogo em alguns veículos:

“Uma experiência inesquecível e gratificante. Seu estilo único e original é o suficiente para viciá-lo a ponto de não querer parar de jogar”

5/5 – GamerView

“Machinarium é simplesmente um dos melhores games do gênero adventure já feitos”

9/10 – Destructoid

“Machinarium é obrigatório para os fãs de ‘apontar-e-clicar’”

8.1/10 – IGN

“É um lindo game de vasta imaginação visual”

8/10 - EDGE

“Machinarium proporciona uma aventura original e lindamente apresentada que nunca falha em seduzir o jogador”

5/5 – Digital Spy

Em alguns lugares, Machinarium foi citado como o melhor jogo do gênero no ano de 2009, dando um novo gás a um estilo que já não tinha tanta força.

Que o jogo seria bom, todo mundo já sabia desde quando venceu na categoria “excelência em arte visual” do Independent Games Festival desse ano, mas acho que nem a própria Amanita esperava uma aceitação tão positiva.

Algo tão bem cuidado, merece ser apreciado. Façamos isso, então.

topdslight

Quem disse que o seu Nintendo DS só serve para jogar? Quem tem um flashcard, sabe bem que é possível fazer do bichinho uma plataforma multimídia quase completa.

Os chamados homebrews, programas não-oficiais feitos por usuários, estão adquirindo cada vez mais adeptos com suas funcionalidades variadas que muitas vezes atendem bem às necessidades de alguns proprietários do portátil, tornando-se até possíveis substitutos de outras plataformas.

Há desde games exclusivos à emuladores e players de áudio e vídeo, e o First Stage fez uma pequena lista com os melhores deles para turbinar o seu videogame. Confira, logo após o salto.

Continuar Lendo »

scribblenauts_au_boxartA possibilidade de colocar um chupa-cabras e um dragão para lutar ou ver o que acontece quando um astronauta encontra-se com uma nave espacial é quase mágica, ainda mais quando você faz isso tendo o simples trabalho de escrever as palavras certas.

Scribblenauts já fazia a cabeça de muita gente por aí muito tempo antes do lançamento, principalmente depois de ser anunciado na E3 desse ano e ser considerado o melhor game da feira.

Lançado em 15 de setembro, o jogo, desenvolvido pela 5th Cell e publicado pela Warner Bros. Interactive, apesar de cumprir o que promete, mostra que nem tudo são flores com suas diversas falhas.

O jogo é incrível mesmo, isso é incontestável. Dificilmente você escreverá algo que não existe na database, seja em português ou não. E, como exemplifiquei no primeiro parágrafo, a interação entre uma coisa e outra é um dos pontos altos do jogo.

São muitos desafios divididos em quebra-cabeças, onde deve-se solucionar alguns problemas com objetos, e desafios de ação, onde é preciso usar o que for possível para conseguir alcançar uma Estarite (estrela do jogo), localizada em algum ponto do cenário.

Para cada desafio existe um certo limite de itens para usar, portanto, encher o cenário de objetos não vai te ajudar a ganhar pontos. Quanto mais objetos, menos pontos serão recebidos no final, simples assim.

Apesar de tantas opções de desafios, brincar na tela de título é o mais interessante. Nela é possível escrever qualquer coisa e ver o que acontece só por diversão e (se escrever a palavra certa) liberar novos cenários.

Os problemas começam com com a trilha sonora repetida exaustivamente e se agravam na movimentação de Maxwell, o personagem principal. Ele não responde da maneira que deveria responder aos comandos e muitas vezes acaba atrapalhando seus planos de solução em alguns puzzles.

Com alguns minutos de jogo fica evidente que a 5th Cell passou muito mais tempo adicionando palavras e desenhando objetos e personagens para as mesmas do que programando a jogabilidade, que ficou muito comprometida.

Você terá diversão e dará boas risadas ao escrever algumas palavras, mas Scribblenauts está longe de ser o game dos sonhos que aparentava ser antes do lançamento.

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Falando bobagem

Há cerca de duas semanas atrás este ser que vos fala cedeu uma pequena entrevista ao site EArenaGames em sua série especial onde vários blogueiros “gueimeiros” desse Brasil varonil tem um espaço para fazer merchã do seu blog, falar bobagens e um pouco sobre videogames também.

Apesar de ter sido zoado por invejosos que não se contentam com minha imensa beleza (vocês perceberão ao ler a legenda da minha foto “modelística” que ilustra a entrevista), foi tudo muito bacana.

Prestigiem todos vocês três “acessadores” do First Stage.

Putchum!

Em minha visita diária ao melhor site de games do mundo me deparei com o vídeo acima atraído pelo título que, traduzido, dizia “a melhor modificação de Half-Life 2 de todos os tempos”.

A modificação em questão, feita por um cara chamado Trase, substitui praticamente todos os efeitos sonoros do jogo por sons feitos pelo próprio rapaz.  O legal de tudo é que são sons feitos com a boca. Entendeu o título do post agora? Sim, aquilo é o som de um tiro.

Para os que se interessarem, é possível fazer o download neste link. Não digo que esta é a melhor modificação do jogo, mas certamente é a mais engraçada.

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A desenvolvedora independente PopCap sempre foi conhecida por produzir games casuais daqueles bem viciantes como o famoso Peggle e o diferente Zuma. Plants Vs Zombies não foge à essa regra e desde que foi lançado para PC, em março, vem fazendo tanto sucesso que versões para XBLA e IPhone já estão em produção. Nada disso é em vão. Arrisco dizer que o game é a obra prima da empresa, mesmo sendo Peggle o que é.

Com um atraente estilo gráfico em 2D, o jogo é todo baseado no estilo tower defence, no qual o objetivo é apenas defender a sua “base” do ataque inimigo. Sua base, na verdade, é sua casa e os inimigos são zumbis com fome de cérebro que farão qualquer tipo de coisa para chegar à sua porta. Os recursos disponíveis para se defender são as belas plantas do jardim que, assim como os zumbis, podem ser de vários tipos diferentes.

É preciso distribuir as plantas nas cinco linhas horizontais que compõe o jardim, que começa vazio. Em cada partida é possível usar apenas um determinado número de plantas e cada uma necessita de uma certa quantia de luz solar para ser plantada. Essa luz é adquirida plantando pequenosGirassóis ou Cogumelos, por exemplo, portanto saber quais plantas defensivas e ofensivas usar em cada partida, para montar uma boa estratégia, é essencial.

Existem plantas que atiram sementes, outras que congelam os zumbis e até algumas que explodem, assim como existem zumbis nadadores e alguns que arriscam passos do Michael Jackson. A cada fim de partida, você é agraciado com uma nova carta que contém uma nova planta.

Plants Vs Zombies diferencia-se dos demais games do gênero por não ficar preso apenas no mesmo sistema do início ao fim. Algumas vezes, entre uma fase e outra, a forma de jogar muda a fim de não se tornar monótona e repetitiva. Você tem a chance de rolar uma pedra pelo seu jardim fazendo um “boliche” de zumbis, por exemplo.

Uma outra opção além do modo principal são os diversos minigames (alguns são claramente inspirados em outros jogos), liberados conforme se avança no jogo e que aumentam em muitas vezes a durabilidade do título.

A PopCap acertou em cheio em sua primeira tentativa de se aventurar pelas águas do estilo tower defence fazendo um game simples, inteligente, bem humorado e extremamente divertido. Tudo isso aliado às poéticas frases de Crazy Dave, fazem de Plants Vs Zombies um título obrigatório mesmo que para matar aqueles minutos restantes da hora do almoço.

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A Square-Enix fez mesmo um bom projeto de marketing em cima de Dragon Quest IX antes do lançamento. Isso resultou na venda de mais de 3.7 milhões de unidades do game até agora, mas, como já sabemos, a intenção da empresa é atingir a marca de 5 milhões de cópias. Para isso, o trabalho de divulgação do título não pode parar.

Três novos comerciais estão em produção e tem data de lançamento prevista para 6 de setembro (domingo). Aparentemente, a produção de ambos ficou à cargo do mesmo produtor do game, Ryutaro Ichimura.

Desse jeito Monster Hunter vira peixe pequeno.

[Via Andriasang]

dragon_quest_ixNo dia 11 de julho as lojas japonesas receberam o game mais esperado por aquelas terras, Dragon Quest IX, produzido pela Square-Enix e desenvolvido pelo elogiado estúdio Level-5 (de Dragon Quest VIII e da série Professor Layton).

Testei essa versão do game. De início achei que aquele 40/40 da revista Famitsu foi muito justo, mas, com algum tempo de jogo, deu para notar algumas falhas onde muitos outros jogos do DS acertam, mas se não merece a pontuação máxima, está quase lá.

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